Que não tinha padrinhos, estrutura… disseram que enfrentar o sistema custaria caro. E custou.
Vieram processos, perseguições, tentativas de cassação. Noites difíceis. Mas toda vez que tentaram me fazer recuar, eu fiz o contrário: Eu avancei. Com o apoio da minha família e com fé em Deus.
Aos 20 anos, fui para as ruas contra o PT. Na universidade, enfrentei a militância e me tornei o primeiro presidente de direita do DCE. Quando tentaram me calar, eu falei mais alto. Quando disseram que eu não seria eleito, 4.227 pessoas acreditaram.
Quando disseram que eu não chegaria a Brasília, quase 76 mil paranaenses provaram o contrário. E, em Brasília, eu não mudei. Enfrentei poderosos, defendi a liberdade, denunciei abusos. Eu bati de frente com o sistema. E ainda bato.
Porque eu aprendi uma coisa: o impossível só assusta quem não tem fé.
Toda vez que eu pensei estar sozinho, Deus colocou uma multidão ao meu lado. E agora a missão é maior: o Senado Federal.
Eles vão dizer, mais uma vez, que é impossível. Ótimo.
Foi assim que todas as nossas vitórias começaram.
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